sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Exposição Surrealismo Contemporâneo

Das artistas Jéssica Camejo e Angela Longo. 





    Não se trata de estacionar no período que foi denominado Surrealismo, é a ressonância desse movimento, unido a outros elementos contemporâneos, que acaba fundindo uma nova visão. O foco principal é o imaginário. A junção de elementos díspares da realidade, para criar uma reinvenção de sentido, onde o onírico anda lado a lado com o simbolismo. Os temas mais abordados são a morte, o instinto sexual, o corpo, a angústia do tempo/espaço e o hibridismo.
      Temas profundos da alma humana, interpretados á partir do desenho, que hora pretende chegar até os limites da pintura, e pinturas propriamente ditas.
      É assim, que Jéssica Camejo e Angela Longo, vêm mostrar a sua produção recente com esse foco de trabalho. O intuito é mostrar ao expectador o imaginário “desnudo”, com a representação visual dos sentimentos que nos atraem e repelem. Dar forma aos enigmas. Eles são as “entidades-bonecos”.
      O trabalho de Jéssica pode ser definido como impactante e visceral, aborda a relação com o corpo e com o que há de mais grotesco no íntimo da mente, seria uma interação do corpo-mente. Ela busca constantemente mostrar em seus trabalhos o paradoxo do plano físico e mental, com certa dose de ironia.
      Em Angela, temos o hibridismo, os seres fantásticos e a busca constante pela representação da arte do imaginário. Em certos momentos, um simbolismo latente figura em seu trabalho, em meio as suas ‘’entidades-bonecos’’ e o mundo que eles habitam.
      A confluência que liga os trabalhos dessas duas artistas está exatamente em “construir” essas entidades, cada um com sua linguagem, mas sempre fiéis, a uma arte visionária, surreal e contemporânea.
      A exposição Surrealismo Contemporâneo: a ótica do desenho à pintura vem para mostrar o que essas duas estudantes de Artes Visuais tem produzido e como somos nós que interpretamos o que vemos, tudo se torna possível.

domingo, 16 de outubro de 2011

Fotografias













  











     


























Pinturas

Algumas pinturas...

Jéssica Camejo Pereira
Faces do Prazer, 2010
Acrílica sobre tela, 128x 78 cm


Jéssica Camejo Pereira
Sem Título, 2010
Acrílica sobre tela, 86 x 92 cm



 Jéssica Camejo Pereira
Sentimento escatológico, 2011
Acrílica sobre tela, 91 x 108 cm



Jéssica Camejo Pereira
Híbrido Acéfalo, 2011
Acrílica sobre tela, 130 x 75 cm



Jéssica Camejo Pereira
Metamorfose Invertida, 2010
Óleo sobre tela, 69 x 43,5 cm




Jéssica Camejo Pereira
Medo, 2011
Acrílica sobre tela, 88 x 57 cm



Jéssica Camejo Pereira
Auto-retrato insano, 2011
Acrílica sobre tela, 71 x 68 cm



Jéssica Camejo Pereira
Êxtase Interior, 2011
Acrílica sobre tela, 80 x 80 cm


Jéssica Camejo Pereira
Pesadelo Hedonico, 2011
Óleo sobre tela, 75 x 50 cm



Jéssica Camejo Pereira
A Caça, 2011
Acrílica sobre tela 


 Jéssica Camejo Pereira
 O Caçador, 2011
Acrílica sobre tela


Jéssica Camejo Pereira
Sem Título, 2010
Acrílica sobre papel



Jéssica Camejo Pereira
Sem Título, 2010
Acrílica sobre papel



Jéssica Camejo Pereira
Mulher, 2009
Acrílica sobre tela



Jéssica Camejo Pereira
Sem Título, 2009
Acrílica sobre tela



Jéssica Camejo Pereira
Ara-Bescos, 2009
Acrílica sobre tela


Jéssica Camejo Pereira
Sem Título, 2010
Acrílica sobre tela, 16 x 22 cm



Jéssica Camejo Pereira
Sem Título, 2011
Acrílica sobre tela, 16 x 22 cm




sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Oh, mais um dia da minha vida (ou menos um dia),
mais um ano (ou menos um ano) de vida na minha vida...

Um pouco mais velha,
um pouco mais decrepta e um pouquinho mais morta!

...
Personagens de uma vida


Em cada rosto, cada face;
Em cada canto, cada esquina;
Em cada vida, um enlace;
Em cada olhar, uma rotina.

Seja no adulto ou na criança,
No mendigo ou no estudante,
Leva-se sempre a esperança
De uma verdade um tanto errante.

Se vê as marcas de nada,
Se sente aquilo que dói,
A nossa culpa não tarda
E a realidade destrói.

Então deixe tudo acontecer
Sem culpa, sem pressa!
Só com o desejo de se ter
Tudo aquilo que interessa.

É necessário querer sentir,
É preciso fazer o que dá,
Ao invés de chorar, sorrir;
Ao invés de ser perfeito, errar!

E o privilégio de se estar
Entre todo mundo que se vê,
É de se conhecer e se amar...
Esse é o dom de se viver!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Existem certas coisas, cujo a procedência e significância demencial desconheço.
Acho que é essa minha sorte de não estar ligada inconscientemente a tudo o que é ponderadamente aceitável nos dias de hoje.

Desconhecer é não conhecer,
 e só não se conhece aquilo que não se entende ou não se quer conhecer.
No meu caso, eu não quero!
Prefiro não pensar em tudo o que vejo, me poupa tempo e idéias.
Já sei que o mundo é um gozo particular, que poucas pessoas vivem e sentem o prazer de estar inseridas. Não que não mereçam, e sim porque o egoísmo e a inveja, esses sentimentos poderoso (não sejamos hipócritas e puritanos), é cada vez mais avassalador.

E nisso tudo, eu não sou nada... até faço minha parte, mas de uma forma controlada, sabendo que sou um grão de areia.


 Aliás, cadê a maioria, cadê essas muitas pessoas (que eu sei que existem).
 Todos tem que falar, se defender, fazer valer essa merda de sobrevivência, essa porra de subsistência emocional e social.


Sou contra esse mundo, contra essas pessoas insuportavelmente normais que andam por aí, entre nós.




segunda-feira, 4 de outubro de 2010

As pessoas se olham,
Se olham e se comem,
Se comem com os olhos,
E matam a fome...